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Old 02-10-2008, 18:36   #16
PP5AZF-Ataliba
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-------- Mensagem original --------
Assunto: [Fwd: Falando a verdade sobre Rádio digital]
Data: Thu, 02 Oct 2008 14:29:00 -0300
De: Ataliba Zandomenego Filho
Empresa: Tribunal Regioanl do Trabalho
CC: Assessoria Técnica ACAERT , Vanderlei Luiz Ricken , observatorio@direitoacomunicacao.org.br, gbedicks@mackenzie.br, engeletrica.upm@mackenzie.com.br, veja@abril.com.br

Senhores

Na minha opinião, a ABERT (ou IBIQUITY) provoca, intencionalmente, muita confusão misturando o conceito de IBOC com HDRadio.
IBOC - In Band on Channel - transmissão simultânea analógica e digital no mesmo canal
HDRadio - Marca da IBIQUITY. O HDRadio, como também o DRM Plus, conseguem transmitir no modo IBOC (simulcasting).
DAB - Digital Audio Broadcasting - transmite puramente digital (não analógico)

O problema é que estão manipulando as pessoas para que pensem que o HDRadio é "o IBOC" e o outro "o DRM".

No ítem 2, da Nota de Esclarecimento abaixo, a afirmação está corretíssima. Mas estão falando IBOC como In Band on Channel ou como HDRadio? entenderam como isso causa confusão?

Estão tentando fazer como a XEROX, que é uma marca, mas hoje falamos "vou tirar um xerox". Isso não está correto. O correto seria "tirar um cópia".

Já diz o ditado: "a pressa é inimiga da perfeição". Mas se as rádios precisam urgentemente atualização para o modo digital, acho que o Brasil deveria autorizar o IBOC - In Band on Channel - DRM e HDRadio - funcionarem simultaneamente nas faixas AM, OC e FM. Hoje o HDRadio não é compatível com OC mas no futuro, caso venha a ser, já estaria liberada a sua transmissão. Deveriam abrir a banda DAB como na Europa, para as rádios que queiram transmitir puramente digital.

Nota de esclarecimento da ABERT
Fonte: http://www.abert.org.br/novosite/abe...AFB39105EA5368

ABERT INFORMA

30/09/2008
NOTA DE ESCLARECIMENTO

A respeito dos testes realizados com o padrão Iboc de rádio digital, a Abert e o Instituto Presbiteriano Mackenzie esclarecem:

1. O Laboratório de Rádio e TV Digital do Instituto Mackenzie foi contratado pela Abert, com o objetivo de avaliar os procedimentos de testes e o desempenho da transmissão do sinal de rádio digital no padrão IBOC. Dentre os testes realizados estão a compatibilidade da transmissão digital, simultaneamente ao sinal analógico, conhecido como simulcasting ou "transmissão híbrida". Das 20 emissoras autorizadas pela Anatel a operar em caráter experimental, quatro emissoras comerciais - duas AM e duas FM - e uma com características de estação de baixa potência (comunitária), foram analisadas.

2. O objetivo destes testes não foi estabelecer comparação com outros padrões, mas verificar a compatibilidade ou não do uso da tecnologia IBOC nas transmissões AM e FM no Brasil.

3. O relatório, que está em fase final de redação, será assinado em conjunto pela Abert e pelo Instituto Mackenzie.

4. As conclusões dos testes serão encaminhadas ao ministro das Comunicações, Hélio Costa, como contribuição aos estudos do governo federal para a definição, no momento apropriado, do padrão a ser adotado no Brasil.

Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV

Instituto Presbiteriano Mackenzie

-------- Mensagem original --------
Assunto: Falando a verdade sobre Rádio digital
Data: Thu, 02 Oct 2008 05:21:06 -0300
De: Ataliba Zandomenego Filho
Responder a: ataliba@turismocatarinense.tur.br
Para: gbedicks@mackenzie.br
CC: engeletrica.upm@mackenzie.com.br

Professor

Quero parabenizá-lo pela matéria no Estadão "Escolha de rádio digital
abre polêmica", onde fez alguns comentários muito importantes como:

"Não podemos, entretanto, recomendar a adoção desse padrão sem
compará-lo com outros padrões europeus, como o DRM (Digital Radio
Mondiale) e DAB (Digital Audio Broadcasting)."

Seu comentário sobre DRM Plus também ser compatível com transmissão
Simulcast em AM e FM como foi demonstrado na IBC em Amsterdã. /*
Isso sim é falar a "verdade" sobre rádio digital.*/
A ABERT tem que mudar seu discurso quando fala que "para as faixas AM e
FM existe somente a solução HDRadio da IBIQUITY. Que não existe outra
solução".
Aliás, somente o DRM e DRM Plus é que são compatíveis com as faixas AM,
FM e OC.

Pergunto: o Brasil não poderia autorizar DRM e HDRadio ambos para as
faixas AM e FM? Assim não deixaríamos nenhum sistema de fora. O DAB tem
faixa de frequencia exclusiva, extra, somente digital. Porque não abrir
também a faixa de DAB aqui no Brasil para emissoras que queiram
transmitir somente digital?

Acho que todos os receptores comercializados no Brasil (e no mundo)
deveriam decodificar AM, FM, DRM, HDRadio, DAB, outros, todos num único
equipamento. Já existe tecnologia de baixo custo para isso.

Se adotarmos o HDRadio em AM e FM, como ficarão as Ondas Curtas? Para OC
só existe o DRM. Então só ouvirei digital com dois rádios? Se um único
equipamento vai receber AM + FM + HDRadio e OC + DRM, porque não receber
AM + FM + DRM Plus então em um só?

Transmissores DRM poderiam ser fabricados aqui no Brasil para as
emissoras de baixa potência e até comunitárias.

DRM é de código aberto e HDRadio não. Como fica isso então?

DRM e HDRadio são sistemas de rádios digitais "não concorrentes", podem
co-existir na mesma faixa, certo?

Parabéns.

Anexo, amostra de áudio da rádio CVC do Chile, 17.640 Khz DRM Estéreo
com transmissões diárias em português das 18-20h UTC. Imagem do Software
DREAM recebendo DRM. Tenho muitas e muitas horas de gravação da CVC e
outras: BBC, RTL, HCJB, RNW, etc.

Ataliba Zandomenego Filho
Func do Trib Reg do Trabalho SC - 12ª Região
Radioamador PP5AZF, Faixa do Cidadão PX5B-8091
Graduando em Eng. Elétrica Telemática - Unisul
Membro do Forum DRM - "PP5AZF-Ataliba" - www.drmrx.org/forum/
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Old 03-10-2008, 20:30   #17
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Escolha de rádio digital abre polêmica

Sexta-feira, 26 de setembro de 2008, 10:04 Online
Escolha de rádio digital abre polêmica

AE - Agencia Estado

SÃO PAULO - O Instituto Mackenzie concluiu os testes sobre o desempenho do padrão americano de rádio digital Iboc (In Band on Channel, ou HD Radio) feitos sob a direção do professor Gunnar Bedicks, mas não recomenda sua adoção pelo Brasil sem que se façam testes comparativos com outros padrões. Essa é a razão por que o Mackenzie se recusa a assinar o relatório final dos testes, nos termos solicitados pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).

Defensora ardorosa do padrão americano, a Abert insiste na adoção dessa tecnologia digital pelo Brasil, independentemente de qualquer comparação com outros padrões. Para tanto, vai elaborar relatório final sobre os testes feitos pelo Mackenzie e levar o documento ao Ministério das Comunicações.

O Instituto Mackenzie não considera correto nem possível recomendar um padrão sem conhecer o desempenho dos demais com a mesma profundidade. Os testes de campo do padrão Iboc foram contratados em novembro de 2007 pela Abert, e foram acompanhados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e pelo Ministério das Comunicações. "Ao fazer esses testes, nossa missão foi avaliar o desempenho do padrão Iboc, isoladamente, acompanhando os testes que vinham sendo feitos em várias emissoras em São Paulo, Ribeirão Preto, Cordeirópolis e Belo Horizonte", diz Bedicks. "Medimos o alcance do sinal digital em comparação com o sinal analógico, as eventuais interferências, a qualidade da transmissão e da recepção móvel e fixa, tanto em amplitude modulada (AM) como em freqüência modulada (FM). Não podemos, entretanto, recomendar a adoção desse padrão sem compará-lo com outros padrões europeus, como o DRM (Digital Radio Mondiale) e DAB (Digital Audio Broadcasting)."

Bedicks reitera que o Mackenzie aprova o objetivo geral de digitalização das emissoras de rádio. "Mas não pode recomendar o padrão Iboc sem comparar seu desempenho com o de outros padrões. E não queremos fazer nada de forma apressada, senão corremos o risco de adotar um padrão que será como a lei que não pega. Além disso, é bom reconhecer que a digitalização do rádio em todo o mundo está numa fase incipiente, muito menos avançada do que a TV." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://www.estadao.com.br/economia/not_eco248505,0.htm
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Old 06-10-2008, 12:08   #18
CT4RK
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Ataliba

Parabens pelo seu esforço de fazer ver aos "barões" da industria de broadcasting , que existem outros tipos de transmissão digital que devem ser testados no Brasil. Efectivamente, o estudo feito e agora publicado pelo Instituto Mackenzie, mostra alguma coerência e abre caminho para que se testem outros modelos de transmissão digital aí. O que me parece é que essa tal empresa Abert, deve ter alguma "bem gorda comissão" e com o implemento do sistema IBOC em todo o Brasil, certamente que iria tambem engordar a conta bancária. De outra forma não entendo o porque da insistencia, e a tentativa desesperada de deixar de fora o DRM e o DAB.
Todos os sistemas têm seus defeitos e suas virtudes, e como tal, uns adaptam-se melhor que outros a cada caso. O Brasil, como país imenso que é, tem toda a vantagem em adoptar um sistema digital, que funcione bem em ondas curtas, e assim possa cobrir todo esse imenso país nas melhores condições. Para que isso seja possivel, o mais lógico e mais económico é mesmo usar as ondas curtas, neste caso o DRM. Mesmo em onda média seriam necessários muitos emissores. O uso do DRM em ondas curtas, possibilitaria tambem a evolução das estações de onda tropical, regionais e locais, que eventualmente queiram evoluir na qualidade do audio.
Não tenho experiencia com o IBOC e como tal não posso comentar o desempenho desse modo de transmissão, mas no que respeita ao DRM, a minha experiencia tanto em transmissão como em recepção, deixam-me prever que este será um modo de transmissão, muito eficaz em países enormes como o Brasil, Russia, China, India etc!...

73 de CT4RK Carlos Mourato

Sines - Portugal
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73 from: CT4RK
Carlos
Sines - Portugal
Receiver TENTEC RX320 modified, R&S HEO10 active antenna, DREAM software...And...No more PLC/BPL QRM...Thanks ANACOM!
Save the Radio Spectrum! Eliminate Broadband over Power Line.
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Old 06-10-2008, 16:08   #19
Brendan1
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Ataliba --

Obrigado por nos manter atualizados sobre rádio digital no Brasil. Tenho vindo a acompanhar as suas postagens com o Google Ferramentas de Idiomas.

A minha experiência aqui no E.U.A. com IBOC tem sido ruim. Quando ele utilizado como um híbrido analógico / digital no sistema que gera ondas médias grave ingerência 10 quilohertz lateral em cada lado da transportadora (analógica) frequência. Se um ouvinte está a tentar ouvir a outra estação distante em que freqüência ele se torna impossível a escutar e, assim, problemas de interferências têm aumentado, como resultado do uso IBOC.

Em FM, IBOC parece estar funcionando bem como um híbrido. O método de transmissão diferente faz um trabalho eficaz de bloquear a interferência. Eu não tenho um rádio capaz de IBOC, portanto não posso confirmar a recepção FM digital de sinais.

Uma coisa importante a saber é que não existem todas as estações digitais permitiu-nos E.U.A. ainda. Todas as transmissões digitais em ondas médias ou FM deve ser IBOC híbridos, e não há horário ainda conhecidos para completar a conversão para a transmissão digital. Uma consequência da vaga antecipada médio foi de que o nosso teste exigido pela FCC Ibiquity IBOC o sistema funcione a 1 / 100 do analógico saída de potência do transmissor. Plenos poderes digital sidebands estavam ouvindo um pesadelo e realmente provou a diminuição da qualidade do sinal analógico. Esta redução foi feito para minimizar a interferência do sinal distante, mas também por ter restringido o alcance efetivo do serviço digital somente para áreas urbanas, especialmente em FM. Mídia digital onda estações têm um serviço que não é muito melhor, geralmente abrangendo apenas as zonas urbanas, eles estão muito mais próximas.

IBOC rádios não são facilmente adquiridos aqui, não obstante o facto de Ibiquity é o único padrão digital permitido até agora. Tem havido pouco interesse pela maioria dos consumidores / ouvintes a pagar preços mais altos para uma rádio que oferece pouca vantagem em relação analógica. Até agora os radiodifusores que têm adoptado IBOC ter gasto muito dinheiro para pouco retorno.

Interesses comerciais (Ibiquity e os organismos de radiodifusão) que são feitos apenas que a FCC aprova padrão para rádio digital, e do outro requisito para permitir que continuou recepção analógica tem servido para manter a conversão digital é tão lento quanto a não acontecer. Apenas all-transmissões digitais com um prazo para a conversão irá funcionar, independentemente de qual sistema é realmente utilizada. Pessoalmente, estou esperançado que a DRM eo DRM será permitida, também, de forma que não uma empresa comercial lucros. Receptor chips estão sendo feitos agora para permitir que todas as normas digital a ser recebido da mesma forma, tão único sistema de compatibilidade não é necessário.

Favor nos manter informados, e agradecer-lhe o seu esforço!

73!
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Brendan WA7HL
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Japão garante receptores digitais HDRadio da Ibiquity para o Brasil

Novamente a ABERT deixa claro que só quer o HDRadio para as rádios digitais do Brasil.
Pergunto: porque os japoneses não fabricam receptores digitais com todas as tecnologias existentes DAB, DRM, HDRadio, AM, FM em um único equipamento ao invés de fabricar somente HDRAdio para a Ibiquity?

15-Outubro-2008

1ª Edição - Japoneses garantem receptores para rádio digital no Brasil

AD News - Mídia - Rádio Digital

14/10/08

Tão logo o Ministério das Comunicações defina a escolha do padrão para a implantação do rádio digital no Brasil, as empresas japonesas, fabricantes dos receptores, garantiram a comercialização dos aparelhos em poucos meses. A notícia foi dada pelo presidente da Associação das Emissoras de Rádio e TV de São Paulo (AESP), Edilberto de Paula Ribeiro, que esteve na semana passada em viagem ao Japão, onde visitou as principais empresas fabricantes dos receptores digitais nas cidades de Tóquio, Osaka e Hamamatsu.
O presidente viajou acompanhado do diretor presidente da Ibiquity (detentora do padrão IBOC), Bob Struble, o vice-presidente da Clear Channel Radio, Jeff Littejohn, e o diretor da Disney and ESPN Network, Kevin Plumb. Durante a visita, o presidente da AESP falou sobre os testes do padrão IBOC (In Band on Channel) realizados no Brasil e sobre o cenário atual do rádio brasileiro aos executivos da Yamaha, Sony, Pionner, JVC, Toshiba, Sanyo, Denso, Onkyo e Kenwood.
Segundo Ribeiro, o setor de radiodifusão tem interesse em saber em quanto tempo os aparelhos receptores seriam comercializados no Brasil com a implantação do rádio digital. "Não adianta adotarmos um padrão digital e investir na transmissão, se não tivermos os aparelhos receptores. Por isso, é importante saber dos fabricantes qual o tempo necessário para se produzir ou distribuir os aparelhos no mercado brasileiro", explicou.
De acordo com ele, as empresas japonesas já produzem e distribuem os aparelhos receptores nos Estados Unidos onde estão sendo implantadas mais de 1800 emissoras de rádio com o padrão IBOC. Sendo assim, não haveria problemas em colocar os produtos no mercado brasileiro. A preocupação dos fabricantes seria a de definir se esses aparelhos seriam totalmente produzidos no Brasil ou apenas montados com os kits vindo das matrizes japonesas. A previsão é de que os primeiros aparelhos sejam vendidos ao custo de U$ 100. "Há toda uma questão tributária e de investimentos que será definido pelos fabricantes, mas eles ficaram animados com a possibilidade da comercialização dos aparelhos no mercado brasileiro", completou Ribeiro.
A previsão é de que a montagem dos receptores seja feita em até seis meses. A partir disto as fábricas produziriam os equipamentos no Brasil. No período que antecede a fabricação, os receptores deverão ser importados pelas próprias distribuidoras (filiais no Brasil).

Fonte: http://www.abert.org.br/novosite/cli...cfm?cod=120388
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Old 31-12-2008, 15:34   #21
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Nova oportunidade para o DRM no Brasil - New opportunity for DRM in Brazil

A mudança de posição foi radical. Depois de ter defendido abertamente durante quase três anos e meio o padrão de rádio digital norte-americano (Iboc ou HD), apresentando-o como o único aceitável para o Brasil, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, acaba de retirar seu apoio àquela tecnologia, também preferida pela Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert). O ministro reconhece agora o que todos os técnicos independentes vinham afirmando desde 2006: em todo o mundo, a tecnologia de rádio digital ainda tem muitos problemas que não permitem sua adoção no Brasil.
O recuo de Hélio Costa, embora tardio, é um fato positivo, pois seria muito pior se o País adotasse o padrão Iboc. O maior prejuízo ficaria com as 5 mil emissoras de rádio brasileiras, que seriam levadas a investir numa tecnologia que ainda funciona precariamente. O que mais estranhou os observadores nesse episódio foi a posição da Abert, ao defender apaixonadamente o padrão norte-americano, mesmo diante da comprovação de seus problemas.
MARCHA A RÉ
Hélio Costa anunciou sua nova posição no domingo passado, em artigo no jornal O Estado de Minas (leia-o no site Caros Ouvintes, http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=2111), em resposta à jornalista e professora Nair Prata, que havia cobrado do ministro, no início de dezembro, o cumprimento de suas promessas quanto ao rádio digital. Entre as diversas opiniões citadas no artigo de Hélio Costa, uma das mais convincentes foi a de Sarah McBride, editora de tecnologia do Wall Street Journal (http://online.wsj.com/article/SB1225...04195337.html).
Na realidade, o jornal norte-americano apenas confirmou a conclusão já conhecida havia muito tempo: depois de quase 5 anos de introdução nos Estados Unidos, a nova tecnologia digital não conta hoje sequer com 10% da adesão das emissoras. Para se ter idéia da baixa penetração do rádio digital nos Estados Unidos, basta lembrar que, do lado dos ouvintes, mesmo com preços subsidiados, apenas 0,15% da população norte-americana adquiriu seu receptor digital.
PROBLEMAS
Uma das características do padrão conhecido pelo nome de In Band on Channel (Iboc) ou HD Radio, criado pela empresa Ibiquity, é utilizar o mesmo canal de freqüência para transmitir um único programa, simultaneamente, tanto no modo analógico quanto no digital. A idéia é excelente, mas, até agora, o sistema não tem funcionado de forma satisfatória.
Nas transmissões em AM e FM, o padrão Iboc apresenta, entre outros, o problema do atraso (delay) de 8 segundos do sinal digital, em relação ao analógico. Como o alcance do sinal digital é menor do que o analógico, nos limites de sua propagação, a sintonia oscila entre um e outro, com grande desconforto para o ouvinte.
Embora pareça ser a grande saída, a idéia de usar o mesmo canal para transmissões analógicas e digitais, adotada pela empresa Ibiquity, não tem tido sucesso na prática. O fato indiscutível é que essa tecnologia ainda não está madura e apresenta diversos problemas sérios, como a impossibilidade de se utilizarem receptores portáteis - pois o consumo de energia é tão elevado que as baterias se descarregam em poucas horas.
Na Europa, outras tecnologias têm sido propostas em faixas de freqüências exclusivas para o rádio digital, o que, no entanto, obrigaria à troca de todos os receptores. Conclusão: ainda temos que esperar que o mundo desenvolva uma solução melhor para a digitalização do rádio.
ANÚNCIOS PRECOCES
O ministro Hélio Costa, desde que tomou posse no Ministério das Comunicações, em julho de 2005, tem anunciado numerosos projetos puramente imaginários que nunca se concretizam ou que se revelam inviáveis. Na abertura do evento internacional Américas Telecom, em outubro de 2005, em Salvador (Bahia), ele anunciou que o Brasil já vivia "a era do rádio digital" (quando apenas algumas emissoras iniciavam os primeiros testes com o padrão norte-americano HD Radio ou Iboc). Na mesma ocasião, anunciou ao auditório que a Grande São Paulo veria as imagens da Copa do Mundo de 2006 com imagens da TV digital, que só entrou no ar em 2 dezembro de 2007. Entrevistado no programa Roda Viva, da TV Cultura, em 2005, afirmou categoricamente que o Ministério das Comunicações iria investir não apenas o montante de R$ 600 milhões anuais dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), bem como o saldo acumulado então superior a R$ 4 bilhões. Até hoje o Brasil não utilizou praticamente nada do Fust. No ano de 2006, o ministro garantiu que o Japão havia concordado em instalar uma indústria de semicondutores (circuitos microeletrônicos) no Brasil, em contrapartida à escolha do padrão de TV digital nipo-brasileiro. Na verdade, o Japão jamais prometeu essa fábrica.
No caso do rádio digital Iboc, o ministro Hélio Costa chegou a sugerir que a indústria brasileira se associasse com a norte-americana Ibiquity, para produzir equipamentos no Brasil, com o eventual apoio do BNDES."

Fonte: http://www.abert.org.br

[/b]
The change of position was radical. After you have openly advocated for nearly three and a half years the standard of the U.S. digital radio (Iboc or HD), presenting it as the only acceptable to Brazil, the Minister of Communications, Helio Costa, has just withdrawn its support to that technology, also preferred by the Brazilian Association of Radio and Television broadcasters (Abert). He now acknowledges that all the independent technical came saying since 2006: worldwide, the technology of digital radio still has many problems that do not allow its adoption in Brazil.
The retreat of Helio Costa, although late, is a positive fact, because it would be much worse if the country adopt the standard Iboc. The biggest loss would be with the 5 thousand radio stations in Brazil, that would be taken to invest in a technology that still works precariously. What surprised most observers in that episode was the position of Abert, to passionately defend the North American standard, even before the evidence of their problems.
BACK
Helio Costa announced his new position last Sunday, in an article in the newspaper O Estado de Minas (read it on the site Dear Listeners, http://www.carosouvintes.org.br/blog/?p=2111) in response to journalist and teacher Nair Silver, who had charged the minister, in early December, the fulfillment of their promises about digital radio. Among the various opinions cited in the article of Helio Costa, one of the most convincing was to Sarah McBride, publisher of technology in the Wall Street Journal (http://online.wsj.com/article/SB1225...04195337.html).
In fact, the only North American newspaper confirmed the conclusion had already known a long time: after almost 5 years of release in the United States, the new digital technology does not currently even with 10% of the membership of the stations. To have an idea of the low penetration of digital radio in the United States, just remember that, among the listeners, even with subsidized prices, only 0.15% of the population has its North American digital receiver.
PROBLEMS
One of the characteristics of the pattern known as the In Band on Channel (Iboc) or HD Radio, created by Ibiquity, is using the same frequency channel to transmit a single program, simultaneously, both in digital and in analog mode. The idea is great, but so far the system has not worked satisfactorily.
In broadcasts on AM and FM, the standard Iboc shows, among others, the problem of delay (delay), 8 seconds of the digital signal into the analog. As the scope of the digital signal is less than the analog, within the limits of its spread, the line ranges from one to another, with great discomfort for the listener.
Although it appears to be the major outlet, the idea of using the same channel for analog and digital broadcasts, adopted by the company Ibiquity, has not had success in practice. The indisputable fact is that this technology is not yet mature and presents several problems, such as the impossibility of using portable receivers - because the consumption of energy is so high that the batteries are discharged in a few hours.
In Europe, other technologies have been proposed in bands of frequencies for the exclusive digital radio, which, however, require the exchange of all receivers. Conclusion: Although we expect the world to develop a better solution for the digitization of the radio.
NOTICE PRECOCES
The Minister Helio Costa, who took office from the Ministry of Communications in July 2005, has announced numerous purely imaginary projects that never materialize or prove to be unviable. In the opening event of the international Telecom Americas, in October 2005 in Salvador (Bahia), he announced that Brazil has lived "the era of digital radio" (when only some broadcasters started the first tests with the standard North American HD Radio or Iboc). On the same occasion, the audience announced that the Greater Sao Paulo see the images of the World Cup in 2006 with images of digital TV, which only entered the air on 2 December 2007. Interviewed in the program Roda Viva, da TV Cultura, in 2005, categorically stated that the Ministry of Communications will invest not only the amount of $ 600 million annual resources of the Fund on Universal Telecommunications Services (Fust), and the balance then accumulated more than $ 4 billion. Brazil has not until now used almost nothing of Fust. In 2006, the minister said that Japan had agreed to install a semiconductor industry (microelectronic circuits) in Brazil, in contrast to the choice of standard digital TV Japanese-Brazilian. Indeed, Japan has never promised that factory.
In the case of digital radio Iboc the Minister Helio Costa reached suggest that the Brazilian industry to join with the North American Ibiquity to produce equipment in Brazil, with the support of the BNDES. "

Source: http://www.abert.org.br
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Last edited by PP5AZF-Ataliba : 03-01-2009 at 20:01.
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Old 31-12-2008, 16:35   #22
FritzWue
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Thumbs up

Hi Ataliba,
interesting, tks info, have a nice start into 2009!
__________________
Friedrich.....DK6QI.....52°N 07°E
https://www.qrz.com/db/dk6qi/
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Old 01-01-2009, 10:25   #23
maxpower
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Hi Ataliba!

A big -Thanks!- from me, too! I'm always interested in your information and comments about digital radio in brasil.

If I understand right the race is now open again or is IBOC of the table?

I hope we can soon get some HCJB Paperradios to brasil (I'm now working on an USB Model which should be get to work much easier than the serial version.)

Greetings and a a nice start into 2009 to everybody, too.

Stephan
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"Pappradio" 2 SDR / Himalaya 2009, near Leer/Ostfriesland (Web remote-controlled) 15m Long-Wire / Active Deltaloop, Asus Xonar 192 kHz / Realtek HD Soundcard, Atom 330 ITX Mainboard, rural area; 53'10N, 7'27E;
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Old 22-04-2009, 18:53   #24
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Minicom (Brazil) prepared the public consultation on digital radio

Fonte: CLIPPING

21-Abril-2009

1ª Edição - Minicom (Brasil) prepara consulta pública sobre rádio digital

Tela Viva - News - Rádio Digital

Terça-feira, 21 de Abril de 2009
O Minicom deve apresentar em breve novidades em relação ao rádio digital. Marcelo Bechara, assessor jurídico do Ministério das Comunicações, explica que a metodologia usada na TV digital deve ser usada na escolha de um padrão de rádio digital. Deve entrar em consulta pública um decreto listando as demandas brasileiras para o rádio digital. Após a definição das demandas, os detentores dos padrões serão convidados a apresentar suas propostas, não apenas tecnológicas. Após analisar as propostas, destaca Bechara, não há a obrigação de decidir pela adoção de um dos padrões. Segundo ele, o governo pode, por exemplo, pedir para a academia participar ou ainda optar por esperar o amadurecimento das tecnologias e dos modelos de negócio. O anúncio da consulta pública deve acontecer no encontro da Abert, que acontece em maio. Fernando Lauterjung
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Fonte: http://www.abert.org.br/novosite/cli...cfm?cod=124262

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21-Apr-2009

1st Edition - Minicom (Brazil) prepared the public consultation on digital radio

Tela Viva - News - Rádio Digital

Tuesday, April 21, 2009

The Minicom must soon submit news on digital radio. Marcelo Bechara, legal advisor of the Ministry of Communications, explains that the methodology used in digital TV should be used in choosing a standard for digital radio. To enter into public consultation a decree listing the Brazilian demands for digital radio. After setting demands, the owners of the standards will be invited to submit their proposals, not just technology. After reviewing the proposals, there Bechara, there is an obligation to decide the adoption of one of the patterns. He says the government can, for example, ask the academy to participate or choose to wait for the maturation of technologies and business models. The announcement of the public consultation meeting should happen in the open, what happens in May. Fernando Lauterjung

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25 ° Brazilian Congress of Broadcasting on 19 and 21 May in Brasilia.

"Google"

8.5.209

Public consultation for digital radio expected during the Brazilian Congress of Broadcasting

After the digital TV, which supplements a year and a half in Brazil and is already present in 17 cities, the radio can also win an important step in the process of digitization. Launching a public consultation for the presentation of the digital patterns available in national and international market will occur in 25 ° Brazilian Congress of Broadcasting, held by Abert, between days 19 and 21 of this month in Brasilia.

They confirmed the presence of Vice-President of the Republic, José Alencar, at the opening ceremony, the chief minister of the Casa Civil, Dilma Rousseff, which talks about the time in Brazil and prospects, and the Minister of Communications, Hélio Costa, will present an overview of digital communications in Brazil. The event, held at the Convention Center Brazil 21, will be broadcast live over the internet (www.abert.org.br/25).

The digitization of the radio will be addressed by the Minister in the session "Overview of Digital Communications in Brazil," the 21 days of 8h30min until death. According to the legal advisor of the Ministry of Communications, Marcelo Bechara, as occurred with digital TV, the Minicom will examine the proposals of the companies and receive contributions from researchers.

The matter will continue to debate the session "Building the Future of Radio in the Age of Convergence", in charge of North American Tabio Gerardo, one of the greatest experts in the radio world. With 30 years experience in radio, as director of marketing, Tabio worked with some of the largest broadcasting companies in the world, as CBS Radio, BBC and Turner Entertainment.

The Abert, which is 2.5 thousand radio stations and 320 TV provides for the participation of 1.5 thousand broadcasters. In the program, are scheduled seven conferences, eight boards and four thematic acts. At the same time, we promoted an International Fair of Equipment and Services, with over 50 national and multinational companies, and the 28th Technical Seminar of National Broadcasting, to professionals in the area, which discuss topics such as mobility TV, digital model of the internationalization of Brazilian TV, radio and digital standards for content management for TV.

Service:
Session Overview of Digital Communications in India - Minister of Communications Hélio Costa
25 ° Congresso Brasileiro Broadcasting
19 to May 21, 2009 in the Events Center and Convention Brasil 21 in Brasilia.

Office of Communication of Abert
http://www.abert.org.br/25/

"Texto original"

8.5.209
Consulta pública para rádio digital esperada durante o Congresso Brasileiro da Radiodifusão


Depois da TV digital, que completa um ano e meio no Brasil e já está presente em 17 cidades, o rádio também pode vencer uma etapa importante de seu processo de digitalização. O lançamento de uma consulta pública para a apresentação dos padrões digitais disponíveis no mercado nacional e internacional deverá acontecer no 25° Congresso Brasileiro da Radiodifusão, realizado pela Abert, entre os dias 19 e 21 deste mês, em Brasília.
Estão confirmadas as presenças do vice-presidente da República, José Alencar, na solenidade de abertura, da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que fala sobre o momento do Brasil e suas perspectivas, e do ministro das Comunicações, Hélio Costa, que irá apresentar o panorama das comunicações digitais no Brasil. O evento, que acontece no Centro de Convenções Brasil 21, será transmitido ao vivo pela internet (www.abert.org.br/25 ).
A digitalização do rádio será tratada pelo ministro na plenária “Panorama das Comunicações Digitais no Brasil”, às 8h30min do dia 21. De acordo com o assessor jurídico do Ministério das Comunicações, Marcelo Bechara, como ocorreu com a TV digital, o Minicom vai analisar as propostas das empresas e receber contribuições de pesquisadores.
O assunto continuará em debate na plenária “Construindo o Futuro do Rádio na Era da Convergência”, a cargo do norte-americano Gerardo Tabio, um dos maiores especialistas em rádio no mundo. Com 30 anos de experiência em rádio, como diretor de marketing, Tabio trabalhou com algumas das maiores empresas de broadcasting do mundo, como CBS Radio, Turner Entertainment e BBC.
A Abert, que representa 2,5 mil emissoras de rádio e 320 de TV, prevê a participação de 1,5 mil radiodifusores. No programa, estão previstas sete conferências, oito painéis temáticos e quatro legislativos. Ao mesmo tempo, será promovida uma Feira Internacional de Equipamentos e Serviços, com mais de 50 empresas nacionais e multinacionais, e o 28º Seminário Técnico Nacional da Radiodifusão, dirigido a profissionais da área, que discutirão temas como mobilidade para televisão, internacionalização do modelo digital de TV brasileiro, padrões para rádio digital e gerenciamento de conteúdo para TV.

Serviço:
Plenária Panorama das Comunicações Digitais no Brasil – ministro das Comunicações Hélio Costa
25° Congresso Brasileiro de Radiodifusão
19 a 21 de maio de 2009 no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília.

Assessoria de Comunicação da Abert l]
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Public consultation for digital radio expected during the Brazilian Congress of Broad

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CLIPPING
13-May-2009

1st edition - Government will, in June, public consultation to radio
Valor Econômico - Technology & Telecommunications - Digital Radio Brasilia


The government opened a public consultation in June, lasting for 90 days, to set the standard for digital radio that Brazil adopt. The consultation will be announced in coming weeks, during the 25th Brazilian Congress of Broadcasting, which start on 19. In addition to comparing systems Ibiquity (U.S.) and DRM (European), one of the main objectives will verify that the national broadcasters are willing to tolerate a "failure" of the new technology to enter the digital era: as a favorite and had the most modern European, U.S. still has the standard "areas of shadow" in urban concentrations, due to the large number of buildings and structures, which simply prevents the AM signal is detected.
"If there is widespread interest for the deployment of digital radio, even with these limitations, all right. I can not make a decision knowing that the tool is not yet appropriate," the minister told the Value of Communications, Hélio Costa. If broadcasters decide to tolerate the current restrictions, the decision would by the end of the year.
The problems were identified in tests made by the Mackenzie Institute, São Paulo, the most recognized academic authority on the segment. The receipt of the FM signal - which, with the scan, will have CD quality - did not suffer restrictions. The question is in the AM, which is the quality of the FM scanning.
In his personal assessment, Costa said that we must be sure of the solution of these problems. But he is in favor of a decision. "If there is a commitment by the holder of the patent for digital radio, they eventually settle the matter, until we can move forward."
The discussions last year and the ministry has just hit the hammer on one point: the transmission of digital signals should occupy the same radio frequency spectrum of the current analogue signals. The American system has proved to meet this condition, it is essential, according to the minister, because cities like Sao Paulo and Belo Horizonte have no more spaces available for radio. Without discarding any technology, Costa noted that the Europeans will have the opportunity during the public consultation, to demonstrate its recent advances and can meet the requirements Brazilians.
The president of the Brazilian Association of Radio stations and Television (Abert), Daniel Slaviero, considered "excellent" by the news early to Costa value. "We believe that the definition of digital radio has several stages and that (the public consultation) is one of the most important," said the executive.
After meetings with the owners of the systems and testing of specialized institutes, say whether or not it is worth tolerating the flaws detected immediately to adopt digital radio depends on issues such as royalty-free throughout the chain and, particularly demonstration of how the innovations will be necessary to correct the current problems. To the Minister Helio Costa, "the radio is the [means of communication] that more is needed to scan."
Unlike television, the government does not want to set a deadline for the shutdown of the analog signal. For two reasons: it can be transmitted simultaneously in the same spectrum of the digital signal and the digital devices are still very expensive. To scale and lower equipment costs, Costa considers it essential to seek the engagement of the auto industry, most responsible, individually, by the replacement of radios in the market.

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Link: http://www.abert.org.br/novosite/cli...cfm?cod=124724

"Texto original"

13-Maio-2009
1ª Edição - Governo fará, em junho, consulta pública para rádio
Valor Econômico - Tecnologia & Telecomunicações - Rádio Digital Brasília

O governo abrirá em junho uma consulta pública, com duração de 90 dias, para definir o padrão de rádio digital que o Brasil adotará. A consulta será anunciada na semana que vem, durante o 25º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, que começará no dia 19. Além de confrontar os sistemas Ibiquity (americano) e DRM (europeu), um dos principais objetivos será verificar se as emissoras nacionais estão dispostas a tolerar uma "falha" da nova tecnologia para entrar na era digital: tido como favorito e mais moderno que o europeu, o padrão americano ainda tem "áreas de sombra" em concentrações urbanas, devido ao elevado número de edifícios e construções, o que simplesmente impede que o sinal AM seja detectado.
"Se houver um interesse generalizado para a implantação da rádio digital, mesmo com essas limitações, tudo bem. Só não podemos tomar uma decisão sabendo que a ferramenta ainda não está totalmente adequada", disse ao Valor o ministro das Comunicações, Hélio Costa. Caso os radiodifusores decidam tolerar as atuais restrições, a decisão ocorreria até o fim do ano.
Os problemas foram apontados em testes feitos pelo Instituto Mackenzie, de São Paulo, a entidade acadêmica mais reconhecida no segmento. O recebimento do sinal FM - que, com a digitalização, passa a ter qualidade de CD - não sofreu restrições. A dúvida está no AM, que passa à qualidade de FM na digitalização.
Em sua avaliação pessoal, Costa afirmou que é preciso ter certeza da solução desses problemas. Mas ele é favorável a uma decisão. "Se houver um compromisso, por parte do detentor da patente de rádio digital, de que eles eventualmente resolverão a questão, podemos até avançar."
As discussões já duram anos e o ministério só bate o martelo em relação a um ponto: a transmissão dos sinais digitais deverá ocupar o mesmo espectro de radiofrequência dos sinais analógicos atuais. O sistema americano provou atender a essa condição, que é essencial, segundo o ministro, porque cidades como São Paulo e Belo Horizonte não têm mais espaços de radiofrequência disponíveis. Sem descartar nenhuma tecnologia, Costa sublinhou que os europeus terão a oportunidade, durante a consulta pública, de demonstrar seus avanços recentes e se podem atender aos requisitos brasileiros.
O presidente da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Slaviero, considerou "excelente" a notícia antecipada por Costa ao Valor. "Nós entendemos que o processo de definição da rádio digital tem várias etapas e essa (a da consulta pública) é uma das mais importantes", disse o executivo.
Após a realização de reuniões com os detentores dos sistemas e de testes por institutos especializados, dizer se vale a pena ou não tolerar as falhas detectadas para adotar logo a rádio digital depende de questões como isenção de royalties em toda a cadeia e, sobretudo, da demonstração de como serão feitas as inovações necessárias para corrigir os problemas atuais. Para o ministro Hélio Costa, "o rádio é o [meio de comunicação] que mais está necessitando da digitalização".
Diferentemente da televisão, o governo não pretende fixar um prazo para o desligamento do sinal analógico. Por dois motivos: ele pode ser transmitido simultaneamente e no mesmo espectro do sinal digital; e os aparelhos digitais ainda são muito caros. Para dar escala aos equipamentos e baixar custos, Costa considera essencial buscar o engajamento da indústria automobilística, a maior responsável, individualmente, pela reposição de rádios no mercado.
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Fonte: http://www.abert.org.br/novosite/cli...cfm?cod=124724
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Brazil has chosen the Brazilian digital radio standard by the end of this year. In short waves, has no other system in the world, is almost set. On Medium Wave and FM, we have the competition of HDRadio (IBIQUITY) who came to Brazil before their disclosure was misleading and that was the only system Simulcast (IBOC) for these two bands of frequencies. That was not true and now the DRM consortium is being demonstrated here in Brazil with the most modern equipment in the transmission and reception of the DRM signal. Besides the equipment, services were demonstrated as: newspaper, photos, texts, etc., in DRM + AM. Short Wave (simulcast) and FM. If the DRM does a good job of disclosure and to provide subsidies for technology to be handled in Brazil, this digital system can be deployed across our country and in all bands (medium waves, tropical wave, short wave and FM). If this were to happen, Brazil will contribute in very significant increase in the production and consumption of DRM receivers in the world.
Annex: On day 22, the Ministry of Communications, the consortium has made a complete demonstration of what can be done with DRM (attached file): http://www.abert.org.br/novosite/cli...cfm?cod=125026

"Original"

O Brasil escolhera o padrão de rádio digital brasileiro até o final deste ano. Em ondas curtas, não tem outro sistema no mundo, já está praticamente definido. Em Ondas Médias e FM, temos a concorrência do HDRadio (IBIQUITY) que veio antes ao Brasil e fez sua divulgação enganosa de que era o único sistema Simulcast (IBOC) para estas duas faixas de frequências. Isso não era verdade e agora o consórcio DRM está aqui no Brasil fazendo demonstração com os equipamentos mais modernos na transmissão e recepção do sinal DRM. Além dos equipamentos, foram demonstrados serviços como: jornal, fotos, textos, etc, em AM+DRM. Ondas Curtas (simulcast) e em FM. Se o DRM fizer um bom trabalho de divulgação e fornecer subsidios para a tecnologia ser manuseada no Brasil, poderemos ter este sistema digital implantado em todo o nosso país e em todas as bandas (ondas médias, ondas tropicais, ondas curtas e FM). Se isso vier a acontecer, o Brasil irá contribuir no aumento muito significativo da produção e também no consumo de receptores DRM no mundo.
ANEXO: No dia 22, no Ministério das Comunicações, o consórcio fez uma demonstração completa do que pode ser feito com DRM (arquivo anexo): http://www.abert.org.br/novosite/cli...cfm?cod=125026
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Public consultation for evaluation of digital radio system

Consulta publica para avaliação de sistema de rádio digital

"ANEXO - AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE RÁDIO DIGITAL

O processo de adoção de qualquer sistema de radiodifusão deve considerar, entre outros aspectos, seu desempenho em testes realizados em campo, segundo objetivos e procedimentos pré-estabelecidos.
Alguns aspectos básicos são idealizados para um sistema se tornar atraente à realidade brasileira:

I.ermitir o simulcasting, com boa qualidade de áudio e com mínimas interferências em outras estações;
II.Operar de maneira satisfatória nos serviços de ondas médias (OM), ondas curtas (OC), ondas tropicais (OT) e frequência modulada (FM);
III.Possibilitar a transmissão noturna também em modo digital;
IV.Área de cobertura do sinal digital igual da atual (analógico), com menor potência de transmissão;
V.Transmissão de dados auxiliares, relacionados ou não à programação corrente;
VI.Nos sistemas operando em frequência inferior a 30 Mhz, a qualidade de áudio deve ser superior ao atual, em modo estéreo, comparável ao de transmissões em FM hoje em dia.

Além destes pontos listados acima, outros deverão ser analisados na avaliação dos Sistemas de Rádio Digital, uma vez que fazem parte da motivação para a digitalização das emissoras de rádio, tais como:

I.Análise objetiva e subjetiva do áudio;
II.Análise de interferências co-canais e em canais adjacentes;
III.Análise de recepção do sinal em ambientes outdoor e indoor;
IV.Análise do Efeito Doppler;
V.Análise e medidas de ruídos na faixa OM, OC, OT e FM;
VI.Indicação do delay existente nos sistemas;
VII.Soluções para emissoras de baixa potência, com custo reduzido;
VIII.Possibilidade da criação de novos modelos de negócios, como a interatividade e a multiprogramação;
IX.Transferência de tecnologia para a indústria brasileira de transmissores e receptores;
X.Possibilidade da participação de Instituições de Ensino e Pesquisa brasileiras no ajuste e/ou melhoria dos sistemas de acordo com a necessidade brasileira;
XI.Análise de custo para implantação de uma emissora digital ou adequação da emissora para transmissão do sinal digital utilizando cada sistema."
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Tests with DRM in Brazil - Testes com DRM no Brasil

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1. Tests with DRM:


We want the tests to DRM were made in other regions of Brazil, not only in the city of São Paulo and its surroundings.
Here in the state of Santa Catarina in southern Brazil, have raised the variable, consisting of plains, plateaus, hills, mountains, valleys, canyons, providing an important and diverse to the tests with this technology.

"We want to be part of the tests also with the DRM system here in Santa Catarina. We will help with the technical analysis and the results will be attached to the other results in other regions of Brazil. There is a communications network with 2 radios (a Medium Wave radio and a FM radio) is the provision of technical tests to be done with DRM, "informed me by telephone the engineer Luiz Rosa dos Reis, the Technical Advisory ACAERT (Association Catarinense of radio and television), one of the most respected technicians in communications in our state.

2. DRM Digital Radio Seminar

The engineer also said that the intention of bringing ACAERT is a seminar with lectures on the DRM digital radio system for Santa Catarina. The objective of this seminar will demonstrate the most modern equipment for transmission and reception and the services available in the DRM system for members of ACAERT broadcasters, owners of other radio broadcasters, representatives of radio, students of electrical engineering and telecommunications, telecommunications technicians in , radio amateurs, and others interested in digital radio.

I would like someone from the DRM Consortium came into contact directly with the engineer Luiz as soon as possible to address these two issues above. Your address and contact phone numbers are linked below:

Eng.° LUIZ ROSA DOS REIS
Assessor Técnico da ACAERT - Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão
Rua Jerônimo Coelho, 280, salas 302/303, centro, Florianópolis/SC
CEP: 88010-030
Fone: (48) 3212-9609 / 9972-2706
Fax: (48) 3212-6825
Email: reis@arosadosreis.eng.br
Homepage: www.arosadosreis.eng.br
MSN: assessoriatecnica@acaert.com.br

Thank you for your attention.

************************************************** *******
Texto original em português

1. Os testes com DRM:


Gostaríamos que os testes com DRM fossem feitos em outras regiões do Brasil e não somente na região da cidade de São Paulo e suas imediações.
Aqui no estado de Santa Catarina, no sul do País, possuímos o relevo bem variável, formado por planícies, planaltos, serras, montanhas, vales, cânions, proporcionando um relevo bem diversificado para os testes com esta tecnologia.

“Queremos fazer parte também dos testes com o sistema DRM aqui em Santa Catarina. Iremos contribuir com as análises técnicas e os resultados serão anexados aos outros resultados obtidos em outras regiões do Brasil. Já existe uma rede de comunicações com 2 rádios (uma rádio de Ondas Médias e uma rádio FM) que está a disposição dos técnicos para serem feitos os testes com DRM”, me informou por telefone o Engenheiro Luiz Rosa dos Reis, Assessor Técnico da ACAERT (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão), um dos técnicos em comunicações mais respeitados em nosso Estado.

2.Seminário Rádio Digital DRM

O Engenheiro comentou também, que a intenção da ACAERT é trazer um seminário com palestras sobre o sistema de rádios digitais DRM para Santa Catarina. O objetivo deste seminário será demonstrar os mais modernos equipamentos de transmissão e recepção e os serviços disponíveis no sistema DRM para os radiodifusores membros da ACAERT, demais proprietários de emissoras de rádio, representantes das rádios, alunos de engenharia elétrica e de telecomunicações, técnicos em telecomunicações, radioamadores, e outros interessados no rádio digital.

Gostaria que alguém do Consórcio DRM entrasse em contato diretamente com o Engenheiro Luiz Rosa dos Reis o mais rápido que for possível para tratarem destes dois assuntos acima. Seus endereços e telefones de contato estão abaixo relacionados:

Eng.° LUIZ ROSA DOS REIS
Assessor Técnico da ACAERT - Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão
Rua Jerônimo Coelho, 280, salas 302/303, centro, Florianópolis/SC
CEP: 88010-030
Fone: (48) 3212-9609 / 9972-2706
Fax: (48) 3212-6825
Email: reis@arosadosreis.eng.br
Homepage: www.arosadosreis.eng.br
MSN: assessoriatecnica@acaert.com.br

Grato pela atenção dispensada.


Ataliba Zandomenego Filho
Radioamador PP5AZF, Faixa do Cidadão PX5B-8091
Graduando em Eng. Elétrica Telemática - Unisul
Membro do Forum DRM – "PP5AZF-Ataliba" - www.drmrx.org/forum
Amostras de áudio DRM em www.turismocatarinense.tur.br/drm/
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Helio Costa changed its view on digital radio in Brazil and is now in favor of DRM.
But he insisted that the DRM consortium has to come to Brazil to do their tests and prove that it really is able to meet our needs on medium wave, FM and Shortwave.
http://www.senado.gov.br/radio/pro_estacao_da_midia.asp
http://www.senado.gov.br/radio/downl...lio_costa1.mp3
http://www.senado.gov.br/radio/downl...lio_costa2.mp3

Part of the interview Hélio Costa on digital radio in Brazil in the text below:

Reporter: Do you have hope in their management, even in the ministry of communications, a decision is taken, Minister Helio Costa?
Minister: I was not sure until early this year, no, but then the information that I began to get the DRM system and more to the proposal that now they even want to come take the test in Sao Paulo, bringing equipment to the show that the equipment exceeds the shadow regions, the equipment they are qualified to at least compete with the transmission on the same channel, along with the American system. I think now you can already make a decision until the end of the year. I think we, if we decide, we're already deciding on a system that will really work. This is what is important to us. I guess you can make the decision, yes.
Reporter: So, in conclusion, until the end of 2009 the government tends to "hammer out" for this new system offered by DRM, with these new possibilities?
Minister: That is our intention, unless it happens something very serious, but we have conditions, yes, up to December, making a decision.

Original text in portuguese

Hélio Costa mudou de opinião sobre o rádio digital do Brasil e agora está favorável ao DRM.
Mas ele insistiu que o consórcio DRM tem que vir ao Brasil fazer seus testes e provar que realmente tem condições de atender nossas necessidades em Ondas Médias, FM e Ondas Curtas.
http://www.senado.gov.br/radio/pro_estacao_da_midia.asp
http://www.senado.gov.br/radio/downl...lio_costa1.mp3
http://www.senado.gov.br/radio/downl...lio_costa2.mp3

Uma parte da entrevista de Hélio Costa sobre rádio digital no Brasil no texto abaixo:

Reporter: O senhor tem esperança que na sua gestão, ainda no ministério das comunicações, essa decisão seja tomada, Ministro Hélio Costa?

Ministro: Eu não tinha muita certeza até o começo desse ano, não, mas depois das informações que eu comecei a receber do sistema DRM e mais a proposta de que agora eles querem mesmo vir fazer o teste em São Paulo, trazendo equipamentos para poder nos mostrar que o equipamento supera as regiões de sombra, que os equipamentos deles são qualificados para, no mínimo, competir com a transmissão no mesmo canal, junto com o sistema americano. Acho que agora já dá para se tomar uma decisão até o final do ano. Eu acho que nós, se tomarmos a decisão, nós já estamos decidindo por um sistema que realmente vai funcionar. Isso é que é importante para nós. Acho que dá para tomar a decisão, sim.
Reporter: Então, em conclusão, até o final de 2009 o governo tende a “bater o martelo” para esse sistema novo oferecido pelo DRM, com essas novas possibilidades?
Ministro: Essa é a nossa pretensão, a menos que aconteça alguma coisa muita grave, mas já temos condições, sim, de até dezembro, tomar uma decisão.
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